

Alethéia Rocha é fundadora e diretora de Comunicação da Code Estratégia, com atuação focada na construção e fortalecimento da reputação de marcas e lideranças em contextos de alta complexidade e múltiplos públicos. Sua trajetória combina profunda experiência em ambientes corporativos, visão estratégica de negócios e leitura crítica de cenários, antecipando potenciais crises e/ou consequências de posicionamento de seus clientes.
Tem como foco a atuação em comunicação estratégica, reputação (corporativa e thought leadership), assim como na construção de processos para o uso responsável da inteligência artificial na comunicação. Governança, consistência e resultados de negócios são suas prioridades.
Na prática, inteligência artificial deixou os corredores técnicos para se tornar um vetor reputacional junto ao C-level. Cada escolha algorítmica, cada automação de conteúdo e cada uso de GenAI impacta diretamente a forma como marcas e lideranças são percebidas, encontradas e interpretadas por públicos humanos e máquinas.
Participou ativamente da transformação do mercado nos últimos anos e, por isso, agrupa uma habilidade pouco difundida no segmento: é especializada em Comunicação Corporativa, assim como presença digital e marketing de influência.
Sua atuação tem se concentrado na interseção entre comunicação, reputação e inteligência artificial, com ênfase no uso responsável de tecnologias emergentes. Alethéia defende que IA não é neutra nem meramente técnica: ela carrega implicações simbólicas, éticas e reputacionais que precisam ser endereçadas pela comunicação desde o início.
Como articulista e fonte especializada, contribui para o debate público sobre reputação, tecnologia e liderança em veículos de referência do setor. Seu trabalho busca traduzir complexidade técnica em decisões estratégicas para executivos e lideranças.
Mais do que acompanhar tendências, Alethéia atua na construção de narrativas consistentes, capazes de sustentar autoridade, confiança e legitimidade em um cenário de transformação acelerada.
Onde gera valor?
Combina comunicação estratégica para estabelecer autoridade e, com isso, reputação independentemente do canal, público (ICP) e mensagem. Em cenários de gestão de crise, tem profunda leitura de ameaças e oportunidades de posicionamento, sempre com um olhar para reduzir ambiguidade, acelerar resposta e preservar confiança.
Nos últimos anos, esse trabalho passou a incluir inteligência artificial na comunicação, da adoção prática à governança de IA, especialmente em projetos focados em Inteligência Artificial para Comunicação.


Foco central de atuação
O trabalho de Alethéia Rocha parte do princípio de que reputação não é construída apenas por discurso, mas por decisões estratégicas consistentes ao longo do tempo — inclusive sobre como tecnologias emergentes são adotadas, reguladas e comunicadas.
Em ambientes mediados por inteligência artificial, reputação deixa de ser apenas percepção e passa a operar como uma variável de governança, risco e intencionalidade.
Comunicar, nesse contexto, não é amplificar mensagens, mas estruturar presença informacional com responsabilidade executiva.
Code Brand Drift Control System™
Um framework proprietário da Code Estratégia para ajudar organizações e lideranças a identificar, reduzir e governar o desvio reputacional causado por inteligências artificiais.
1. Mapeamento de Brand Drift
Diagnóstico de como marcas e executivos estão sendo descritos por sistemas de IA e onde existem desvios em relação ao posicionamento estratégico desejado.
3. Governança de Presença Digital
Definição de princípios, responsabilidades e critérios para o uso estratégico e responsável de IA na comunicação corporativa.
2. Arquitetura de Autoridade
Estruturação de ativos institucionais que funcionam como fontes confiáveis para humanos e inteligências artificiais.
4. Monitoramento Contínuo
Acompanhamento da evolução da representação da marca em ambientes mediados por IA, com foco em risco reputacional e coerência narrativa.
Publicações e contribuições editoriais
Há ainda muito trabalho a ser feito para conscientizar empresas sobre a importância da Comunicação para os negócios. Isso envolve, por exemplo, o conceito de Reputação Fluida, criado por Alethéia. Esta visão resume o que vivemos hoje: marcas e executivos precisam sim ter seus valores e propósitos, mas é preciso uma boa dose de adaptabilidade para transitar entre diferentes públicos, linguagens e as mudanças rápidas que temos visto na sociedade e partir do aprofundamento da tecnologia em nossas vidas.
Acompanhe nossas últimas contribuições:


Do briefing ao prompt: como inovar na comunicação com IA
A entrada da inteligência artificial (IA) generativa na mídia “tradicional” alterou de forma estrutural a relação entre imprensa e o poder narrativo das marcas.
Veículos clássicos passaram a discutir (ou judicializar) o uso de seus conteúdos por sistemas de IA. Esse movimento não é apenas jurídico ou tecnológico. É estratégico. Revela uma mudança profunda: o controle da narrativa deixou de estar restrito a quem publica.
Para líderes, a questão central não é se a IA irá usar conteúdos institucionais e jornalísticos, pois isso já acontece. O ponto é quem influencia a forma como essas informações são interpretadas, organizadas e redistribuídas em escala.
Nesse contexto, comunicação deixa de ser uma função tática e passa a operar como gestão ativa de presença informacional.
IA responsável, aqui, não é discurso ético. É governança. É decisão de risco. É proteção de reputação.
Estamos vivendo um momento histórico, em que cada movimento pode traçar a tendência de como a imprensa se reposicionará em relação à inteligência artificial generativa. Às marcas e aos líderes, cabe o uso de IA de maneira ainda mais responsável.


Brand Drift: a nova ameaça para os comunicadores?
Executivos e organizações investem em comunicação, mas estão sendo descritos, classificados e explicados por inteligências artificiais a partir de rastros digitais que não foram pensados para esse fim.
Quando uma GenIA responde quem é um líder, o que faz uma empresa ou quais são seus valores, ela não consulta o posicionamento estratégico definido pela organização. Ela consulta, entre outras coisas, conteúdos públicos fragmentados, fontes de qualidade desigual e informações fora de contexto.
Esse descompasso tem nome: brand drift.
Brand drift é o desvio entre a identidade estratégica de uma marca e a forma como ela passa a ser representada por sistemas automatizados de linguagem. Na prática, é uma nova camada de perda de controle reputacional — silenciosa, contínua e difícil de corrigir depois. Exatamente como páginas perdidas dentro do seu site institucional, por exemplo, ou landing pages que foram esquecidas, ou ainda processos judiciais envolvendo os sócios da sua marca.
O legado digital deixa de ser histórico e passa a ser operacional.
Para áreas de comunicação e lideranças, isso impõe uma escolha clara:
ou se assume a governança do que alimenta as IAs, ou se aceita que a narrativa será construída por terceiros, de maneira automatizada, sem intenção estratégica, sem nuance e sem accountability.
Sim, temos mais trabalho pela frente. Afinal, se a marca não explica quem ela é, a IA decide por ela.
Quer entender como o brand drift pode estar afetando sua organização?
Vale a pena uma conversa para avaliar riscos, lacunas e oportunidades no contexto de IA, reputação e governança.
